A operação rolou em 8 cidades paulistas e apreendeu veículos, dinheiro, cavalos, bois e bloqueou cerca de R$ 10 milhões em bens. Segundo as investigações, empresas dos setores de transporte e rodeio estariam sendo usadas pra movimentar dinheiro ilícito usando sócios laranjas. O problema é que a conta começou a berrar mais alto que locutor de rodeio em final de Barretos.
Entre os nomes citados aparece Eduardo Magrini, conhecido como “Diabo Loiro”, que segundo a polícia ostentava um patrimônio milionário nas redes sociais incompatível com a renda declarada. O filho dele, Mateus Magrini, também virou alvo por suposta movimentação de dinheiro ilícito via empresa musical. O roteiro mistura tráfico, rodeio, ostentação, empresas de fachada e nome de operação inspirado na mitologia grega. Se alguém lançasse isso como série, provavelmente iam reclamar que o roteirista exagerou.