Plano de governo, nesta eleição, se lê pelo prazo e pela fonte do dinheiro, não pela lista de boas intenções. A campanha largou ontem e o agro, que responde por quase 25% do PIB, ganhou capítulo próprio nos programas protocolados no TSE. Abrindo os documentos, muita coisa se repete, seguro rural reforçado, fertilizante nacional para depender menos do importado e mais armazém e logística. O desenho é que muda, e muda bastante, o leque vai de um Plano Safra de cinco anos ao fim do subsídio ao grande agro. E aí vem o detalhe que o palanque não conta. A Abramilhojá puxou a fila e cobra o plurianual anunciado em janeiro, junto com o Orçamento, porque o modelo de ano em ano vive atropelado pela conta pública. E a você, até 4 de outubro, cabe conferir quem detalhou e quem só citou.