O agro pressiona o governo para editar um decreto com salvaguardas antes da votação do acordo UE-Mercosul na Câmara. O setor teme perda de competitividade após o Parlamento Europeu reduzir de 10% para 5% o gatilho que permite à UE investigar e suspender benefícios tarifários a produtos considerados sensíveis. Embora apoie o acordo, a Frente Parlamentar da Agropecuária defende proteção imediata para itens como milho, carne e açúcar, diante do risco de aplicação das novas regras.